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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Ronaldinho Gaúcho

Ontem, quarta-feira de futebol, estava eu excepcionalmente assistindo o jogo do flamerda (=D) flamengo por causa da estreia de Ronaldinho Gaúcho. Posso não ter uma grande simpatia pelo time, mas eu adoro ver o bom futebol e isso me estimulou a ver o jogo (e também a derrota do Corínthians foi de dar um pouco de pena, mas enfim).


Eu achei muita festa pra pouco futebol, o camisa 10 deu uns passes estilosos, mas não correspondeu as minhas expectativas, assim como de muita gente que assistiu querendo ver uma grande exibição dele. Eu sei que a marcação em cima dele é forte, que é o primeiro jogo, ainda falta mais entrosamento e tal e tal. Veremos os próximos jogos e como o novo capitão rubro-negro se comporta encarando times grandes, como o atual campeão brasileiro, o Fluminense.

Mas, inevitavelmente, quando a câmera se aproxima do rosto dele e também no fim do jogo, quando ele dava entrevista dentro de campo, uma coisa chamou minha atenção e a de muita gente, é uma questão que me deixa até um pouco indignada: o porquê deste jovem e podre de rico jogador de futebol ainda não resolveu o problema dos dentes dele e da respiração bucal que ele aparenta ter.
Não é possível.

Minha Sta. Apolônia, ajuda ele!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Tragédia anunciada

E lá vem a chuva...

... e lá se vão pessoas.


* A tragédia no Estado do Rio de Janeiro causada pelas chuvas no mês de janeiro, deixou sob lama e deslizamentos mais 500 mortos até o presente momento.
O detalhe que mais incomoda é o fato de isso acontecer todo ano: as chuvas, os deslizamentos e as mortes.
Uma pena que esse ano tenha tido proporções maiores e novamente os grandes responsáveis não tenham feito muita coisa pra evitar.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Queda de braço

Às vezes a realidade me convida à uma queda de braço, comigo mesma. Eu olho para certas coisas e o sentimento de indignação pega carona nos meus neutransmissores e a resposta que eu mais desejava não pode se materializar naquele momento. É um sentimento de poder mínimo diante de fatos importantes e que deviam ser mudados, uma impotência. Eu sinto vontade de mudar algumas coisas, não só minhas mas de outros também, e simplesmente não posso. Sei que umas requerem paciência, outras poder mesmo. Mas explique isso à uma mente inquieta quando depara com um sentimento antagônico à ela. A minha lucidez sinaliza que não é o momento oportuno para minha intervenção, seja lá por quais motivos. E quando a poeira abaixa eu tento esperar o tempo certo. Ainda assim, impaciente pra que chegue logo (que hora feliz será essa.) E que infeliz verdade que, entre outras injustiças, o pedreiro que ergue luxuosas casas não tem um teto digno e seu, para enfim descansar do trabalho suado da semana inteira. Vontade de mudar as coisas e sentir como sou pequena diante dos fatos. Queria terminar com uma frase positiva, com uma conclusão otimista. Mas, até aqui me sinto impotente. Só me resta ter paciência e esperar. Talvez o futuro me permita mais potencial de mudança.