Impressionante como a confiança muda tudo.
Pode também ser chamada de FÉ e isso é, sem dúvida, o que há de mais precioso na vida!
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terça-feira, 10 de maio de 2011
domingo, 8 de março de 2009
Aversão a liberdade

O ser humano não é educado e nem preparado para a liberdade.
Por que será que existe a religião, o Estado, a civilização ?
Nossa essência é o descontrole.
Talvez seja a sociedade que nos modifique desde o início, na nossa primeira infância.
A liberdade é nociva, não sabemos lidar com ela quando a temos sob domínio.
Ela é mais profunda do que pode parecer.
Não é regra, mas bem é comum não saber o que fazer com o real sentimento de ser livre.
Até naquele sentimento superficial de uma viagem, ter muito dinheiro, estar sozinho ou da felicidade, é difícil. Difícil lidar com a supremacia do poder. Poder fazer o que quiser. Ser livre para poder. A liberdade é o próprio poder de ser.
Porque com a plenitude de ser livre mesmo, não sabemos lidar.
O indivíduo tem necessidade de limites.
E por isso é feliz prisioneiro até das suas idéias.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Fuga
Certo dia,
senti a luz do sol inteiramente aquecendo
a superfície da minha pele,
o vento que vinha de encontro ao meu corpo e
toda a luz no azul do céu espalhada...
A água, pássaros, nuvens, árvores eram chacoalhadas em suas ramificações.
As folhas secas, algumas caíam tanto era a força da ventania que passeava por nós.
Senti que me perdia em meio à tanta beleza e calma que emitia esta paisagem natural.
Meus olhos adormeciam com a tranquilidade que rapidamente,
num momento de observação absorvi.
Mas em um instante, pensei comigo...
Será que estou errada em me deixar esvair com o vento que trançava por entre as folhas
e tudo mais de belo que atenciosamente busquei neste emaranhado de prédios, fumaça e viadutos ?
Será que cometo algum pecado por parar a cidade e tudo de comercial e pecuniário que há,
para contemplar gratuitamente um minuto sincero de prazer aos meus sentidos ?
Por um segundo pensei.
Mas logo os raios do sol e uma brisa suave me cobraram exclusiva atenção.
senti a luz do sol inteiramente aquecendo
a superfície da minha pele,
o vento que vinha de encontro ao meu corpo e
toda a luz no azul do céu espalhada...
A água, pássaros, nuvens, árvores eram chacoalhadas em suas ramificações.
As folhas secas, algumas caíam tanto era a força da ventania que passeava por nós.
Senti que me perdia em meio à tanta beleza e calma que emitia esta paisagem natural.
Meus olhos adormeciam com a tranquilidade que rapidamente,
num momento de observação absorvi.
Mas em um instante, pensei comigo...
Será que estou errada em me deixar esvair com o vento que trançava por entre as folhas
e tudo mais de belo que atenciosamente busquei neste emaranhado de prédios, fumaça e viadutos ?
Será que cometo algum pecado por parar a cidade e tudo de comercial e pecuniário que há,
para contemplar gratuitamente um minuto sincero de prazer aos meus sentidos ?
Por um segundo pensei.
Mas logo os raios do sol e uma brisa suave me cobraram exclusiva atenção.
sábado, 15 de novembro de 2008
ouvindo "Better Man" - Pearl Jam
Às vezes,
usamos tantas palavras, tantos versos,
e máscaras, feito véus de virgens
em noite de núpcias, caem...
Jogam-se rosto a fora
junto com todo o resto de palavras
jamais universalizadas,
nunca antes vividas.
São só versos
que saem, que enfeitam, e basta
para os tolos (os ingênuos), ouví-los.
Mas a minha palavra antes de ser dita,
antes de eu pensá-las,
eu sinto.
Eu vivo... intensamente, e muitas vezes
eu nem falo, só sinto ou escrevo só pra mim,
ou para outro, com o simples desejo
de fazê-lo sentir também,
com coragem,
com verdade.
Eu admiro muito as crianças,
por assumirem seu sentimento de dor, alegria,
insatisfação, com coragem e de verdade.
Sinceramente.
(15.06.2006)
usamos tantas palavras, tantos versos,
e máscaras, feito véus de virgens
em noite de núpcias, caem...
Jogam-se rosto a fora
junto com todo o resto de palavras
jamais universalizadas,
nunca antes vividas.
São só versos
que saem, que enfeitam, e basta
para os tolos (os ingênuos), ouví-los.
Mas a minha palavra antes de ser dita,
antes de eu pensá-las,
eu sinto.
Eu vivo... intensamente, e muitas vezes
eu nem falo, só sinto ou escrevo só pra mim,
ou para outro, com o simples desejo
de fazê-lo sentir também,
com coragem,
com verdade.
Eu admiro muito as crianças,
por assumirem seu sentimento de dor, alegria,
insatisfação, com coragem e de verdade.
Sinceramente.
(15.06.2006)
Escrito à lápis

Há em minha alma uma
idéia parecida com a do meu poeta.
Esse sentimento de "eus"
e vários, e tantos, e nunca sermos...
no fim talvez
eu nem seja.
Eu anseio que não me
encontre, que talvez eu sonhe
muito e nem exista de verdade.
Encontrei escrito à lápis num livro meu de Pessoa. Pensamento datado de 16.04.2006, 23:14
terça-feira, 18 de março de 2008
Coisas que a gente aprende
Aprende- se muita coisa no curso corrente e controverso de nossas vidas.
Coisas boas, ruins, práticas e até óbvias ...
Muito se aprende, é a vida e é mesmo pra ser vivida.
Quando penso sobre isso, lembro muito do que minha sábia mãe falava quando eu era criança e teimooosa...
- Juliana, não anda descalça ! - Come feijão, menina! - Juli, você está bebendo água ?
Mainha é realmente incrível ... ツ
Outras coisas além de ouvindo, você entende vendo, lendo, fazendo e sofrendo o que os outros fazem.
Aprende-se por exemplo que as pessoas que estão com você, do seu lado agora, podem em outros momentos próximos estar à quilômetros de distância e isso te influenciar muito intimamente. Você pode ficar sozinho...
Convivendo você aprende o valor da comunicação, embora ás vezes, não consiga pôr isso em prática... E isso pode machucar alguém, que pode ser você mesmo.
Além das diversas lições que você compreende se relacionando com pessoas diferentes de ti.
E não é sobre relacionamento romântico que escrevo, mas sim, relacionamento interpessoal (com outras pessoas mesmo), que realmente conhece ou não...
Nossa estória é essa...
Esse é o fundamento do sentido da vida.
E mesmo que o faça inconscientemente,
estamos - todos - sempre aprendendo.
Coisas boas, ruins, práticas e até óbvias ...
Muito se aprende, é a vida e é mesmo pra ser vivida.
Quando penso sobre isso, lembro muito do que minha sábia mãe falava quando eu era criança e teimooosa...
- Juliana, não anda descalça ! - Come feijão, menina! - Juli, você está bebendo água ?
Mainha é realmente incrível ... ツ
Outras coisas além de ouvindo, você entende vendo, lendo, fazendo e sofrendo o que os outros fazem.
Aprende-se por exemplo que as pessoas que estão com você, do seu lado agora, podem em outros momentos próximos estar à quilômetros de distância e isso te influenciar muito intimamente. Você pode ficar sozinho...
Convivendo você aprende o valor da comunicação, embora ás vezes, não consiga pôr isso em prática... E isso pode machucar alguém, que pode ser você mesmo.
Além das diversas lições que você compreende se relacionando com pessoas diferentes de ti.
E não é sobre relacionamento romântico que escrevo, mas sim, relacionamento interpessoal (com outras pessoas mesmo), que realmente conhece ou não...
Nossa estória é essa...
Esse é o fundamento do sentido da vida.
E mesmo que o faça inconscientemente,
estamos - todos - sempre aprendendo.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Reticências
A música
O barulho do mar...
A lua alva, altiva
e cintilante
A imaginação que ultrapassa os limites
do céu.
O sonhar que vai além do horizonte
Os pés firmes no chão
O juízo permanente e tantas vezes
Inconsciente.
O pensamento em mim,
na estrelas, a cabeça muito longe do corpo e
próxima da felicidade.
Planos para o presente,
futuro,
caiu no esquecimento junto com o passado...
Deitada no chão, compondo reticências
Talvez esperando um amor...
Conversas paralelas
convergem em sorrisos,
solidão desacompanhada
parte em busca da luz...
O vento que refresca
o corpo e a alma,
E as bocas que se procuram e
se encontram
Perdidas num banho de chuva...
*Foi escrito a lápis na minha adolescência
O barulho do mar...
A lua alva, altiva
e cintilante
A imaginação que ultrapassa os limites
do céu.
O sonhar que vai além do horizonte
Os pés firmes no chão
O juízo permanente e tantas vezes
Inconsciente.
O pensamento em mim,
na estrelas, a cabeça muito longe do corpo e
próxima da felicidade.
Planos para o presente,
futuro,
caiu no esquecimento junto com o passado...
Deitada no chão, compondo reticências
Talvez esperando um amor...
Conversas paralelas
convergem em sorrisos,
solidão desacompanhada
parte em busca da luz...
O vento que refresca
o corpo e a alma,
E as bocas que se procuram e
se encontram
Perdidas num banho de chuva...
*Foi escrito a lápis na minha adolescência
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Para Expor

Atenção, vamos à mostra,
vindo diretamente do íntimo, interno e turvo.
O que a gente nem ao menos profere, pensamos de vez em quando,
no mais secreto silêncio...
Aquilo sobre a mudez pálida
Entre o absurdo e inconstante
Num local sem descrições maiores
para no sigilo se expôr à vontade.
E que só os mais intensos raios de luz ousam tocar, mas audaciosos em
Sua luminosidade tácita, pasma
E transitória...
Talvez de lá do querer profundo venham
à exibir-se,
Em alguma dessas noites
iluminadas pelo luar do romantismo (em evasão).
Talvez agora fujam à brisa marinha,
estes tímidos e secretos sentimentos...
26/07/2.004
Múltipla
Contra-partida
Contra-mão
Em toda via contrária
a minha
mente contraditória,
descontrolada,
em um múltiplo
pensamento
inconsciente,
inóspito e nu.
Com tradução
a minha mente
é comum a sua,
a minha, a nossa, delas,
sem dono e
arrogância
de ser domada.
Múltiplo, operante,
decadente,
congruente em ser
um monte.
Sou muitas
contra o desejo latente de ser uma
só.
25/03/2.005, também foi escrito a lápis uns bons anos atrás.
Contra-mão
Em toda via contrária
a minha
mente contraditória,
descontrolada,
em um múltiplo
pensamento
inconsciente,
inóspito e nu.
Com tradução
a minha mente
é comum a sua,
a minha, a nossa, delas,
sem dono e
arrogância
de ser domada.
Múltiplo, operante,
decadente,
congruente em ser
um monte.
Sou muitas
contra o desejo latente de ser uma
só.
25/03/2.005, também foi escrito a lápis uns bons anos atrás.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Saudações à menina de 4 anos atrás : )

Corpo sereno, pausado, braços abertos
Calma que paira, luz intensa
Olhos fechados, cerrados, certos
Brisa fresca, freqüente, progressiva
Em meio ao verde, rosas multicoloridas
Dia claro, noite eternizada
Ares em movimento, pensamento alado
Calor que cessa, idéias esquecidas
Eu perdida dentro de mim,
mas situada ao frescor desse vento
Que nesse largo e infinito momento
Chora lágrimas de maciez tamanha
Altura sublime adquirida, inebriante
Desejada em quimeras a tal força estranha...
(o vento!)
11/01/2004, Itabuna-BA (achado num papel escrito a lápis)
domingo, 13 de janeiro de 2008
Inspiração
Às vezes ,
usamos tantas palavras , tantos versos, e as máscaras - feito véus de virgens em noite de núpcias - caem...
Jogam-se rosto à fora junto com todo o resto de palavras jamais experimentadas, nunca antes vividas,
são só versos,
que saem, que enfeitam e basta
para os tolos, os ingênuos, ouví-las...
Mas a minha palavra antes de ser dita, ou mesmo meus versos, antes de eu pensá-los eu tento tê-los vivido antes.
Acho mais justo assim.
usamos tantas palavras , tantos versos, e as máscaras - feito véus de virgens em noite de núpcias - caem...
Jogam-se rosto à fora junto com todo o resto de palavras jamais experimentadas, nunca antes vividas,
são só versos,
que saem, que enfeitam e basta
para os tolos, os ingênuos, ouví-las...
Mas a minha palavra antes de ser dita, ou mesmo meus versos, antes de eu pensá-los eu tento tê-los vivido antes.
Acho mais justo assim.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Ser Clichê ?
Comum, vulgar, cultural, popular, idéias repetidas, idéias revividas, idéias comuns, redundante, lugar comum ...
É bom, é ruim, ás vezes eu quero, algumas vezes fujo desesperadamente.
Mas no fundo eu sou uma grande cascata de situações clichês.
Momento clichês: afinal para quê servem?
Para nos fazer sentir mais próximos das outras pessoas, quem sabe...
Às vezes é tão chato ser clichê...
E eu busco sempre ser fora do usual, só quando canso eu me vejo autenticamente comum, como um passo depois de outro passo, comum como olhar para os outros e tantas vezes nem enxergar,
clichê como seguir a diante.
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