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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Jardim Japonês - Parque do Ibirapuera


O parque do Ibirapuera!

É um dos lugares que mais gosto aqui de São Paulo.
Verde, aberto, sem barulho de carros, um lugar onde você inspirar o ar com vontade e sentar na grama e curtir o sol e o vento, ou ainda andar de bicicleta, skate ou patins.

*Aqui ao lado, uma foto das carpas.
Gosto mais ainda do Ibirapuera em dia de semana, porque está mais vazio.
Aos sábados e domingos é dramático andar por lá.
Eu acho que já consigo andar nesse parque de olhos fechados.
E um lugar do Ibira que eu realmente achei legal de conhecer foi o Jardim Japonês.

Muita gente não sabe onde fica e muitos nem sabem que existe, porque a fachada não tem evidências turísticas. Mas é um lugar que vale a pena conhecer. ** Fica ali próximo daquela ponte de ferro.
Lá no Jardim Japonês tem um criatório de carpas e um micro-museu sobre a história antiga do Japão, a entrada custa R$4 e você pode explorar a vontade lá dentro.

E quem quiser ainda pode ajudar a engordar mais os "peixinhos barrigudos" pagando por um saquinho de ração que os visitantes podem jogar pra eles comerem.

domingo, 12 de julho de 2009

Estação da Luz


Nesta tarde de sábado friozinho e chuvoso de São Paulo, pra onde ir ?

O Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz em São Paulo, é um dos lugares mais ricos que eu já visitei. Rico em conhecimento, em língua e história. Tem cronologia, vídeos, fotos e várias menções à nossa língua e suas influências.

Mas o mais legal que eu encontrei, estava no 3º piso.

Lá a gente assiste um filmiminho no cinema sobre o desenvolvimento da nossa língua e suas variações e no fim a tela gigante se retrái e nós entramos num salão que fica atrás dela, ouvindo ao fundo em alto volume: "penetra surdamente no reino das palavras... penetra surdamente no reino das palavras...".

No meio da escuridão sentamos nos cantos deste salão e no centro estão algumas citações, microtextos e poesias escritas num português iluminado em luz branca no meio chão escuro.

Aí começa um jogo de luzes pelas paredes e pelo teto, com imagens delicadas, ligadas de alguma forma ao que se vai narrando nas vozes de poetas, atores ou outros narradores da nossa amada língua portuguesa.

A gente é mergulhado em poesias, narrações de músicas, textos, uma série de demonstrações de como a língua portuguesa e a literatura são realmente brilhantes.

Saí de lá encantada e o meu sábado valeu a pena.